sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

PENAS DO VENTO QUE PASSA



 
Esvoaçam novas penas, vão no vento,
Imposto por donos de tempestades;
E sejam elas grandes ou pequenas,
Enfrentam ambas adversidades.

Teve a vida social já outras cenas,
De alegria e mais contentamento;
É constante a evolução, as novidades,
De verdades claras e morenas.

E a vida segue nas mãos da natureza,
Com avanços e recuos da humanidade,
Que nem sempre vê essa grandeza,
Cuja existência pouco a persuada.
 
É dádiva a vida sobre a mesa
Da terra, de fertilidade;
Que dela nasce e nela é presa,
Até partir para a eternidade.


José Faria – 11/1/2012

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