segunda-feira, 23 de novembro de 2015

TERRA PARADA












Aquela terra,
Sem nada saber,
Cansada de nada
Já sem dar nas vistas;
Continua cansada,
Por nada fazer
E é freguesia de oportunistas.

De gente que fura
Que sabe vencer,
Amigos lacaios
Tão egoístas,
Servos escroques
De qualquer poder
Por seus interesses
Tão egoístas

Ao pé da cidade
De um Douro a correr,
Que na sua foz,
Mostra águas mistas,
Doces, salgadas…
Sempre a se envolver,
Sempre a correr,
E a se abraçar;
Longe de lacaios,
De puros fascistas.

José Faria

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

PEDALADA A S. MIGUEL - O - ANJO




 

 
 
 
 
 
 
Com forças da minha fonte,
Para a mente alimentar;
Fui ao Anjo lá do monte,
A São Miguel, a pedalar.

Que a Maia a história conte,
Para a perpetuar;
Que daí ao horizonte,
Não há como lá chegar.

A paisagem toda ao léu,
Que se vê até ao mar,
Nem a mente a compreende.

Porque a beleza nos prende,
Beleza só de se amar,
Dessa visão junta ao céu;

 José Faria
30/10/2015

 

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

LIVRO DE CONTOS E VERSOS


PEDROUÇOS É O LUGAR

Sede da Junta de Freguesia de Pedrouços

POESIA BIKE DE ESTRADA

Parque da cidade do Porto


Marginal do Douro - Ribeira do Porto



CIDADE DE PETRAUZOS

Livro- Contos e Versos do Meu Caminho

MOSTEIRO DE LEÇA DO BALIO


O VENTO QUE PASSA

Mensagem distribuída no Facebook

domingo, 13 de setembro de 2015

BANHA DA COBRA


CONTO VIGARIADO

Como diziam os antigos:
Mentem com todos os dentes,
Para vender fazem-se amigos
De reformados e doentes.

Nunca a mentira foi tão
Vendida por habilidosos,
Por donos de televisão,
Aos mais pobres e idosos.

Calcitrins e mangustões
E "ranho" de caracol,
Banha da cobra de televisão;
Prometem vida melhor.

De resultados milagrosos,
Publicidade de iludir,
De apresentadores mentirosos.
Bem pagos para mentir.


José Faria

PARA BEM DE PORTUGAL


PARA BEM DE PORTUGAL

Vá votar onde quiser,
Atos cívicos são mantidos,
Pois votar é um dever,
Cuidado com os grandes Partidos.

São grandes mas sem valores,
Mais humanos e exigidos;
Servem mais para promover,
Políticos corrompidos.

São de interesses pessoais,
E vaidades de poder.
Que ao povo faz tão mal.

Partidos há muitos mais,
Que devemos defender;
Para bem de Portugal.

08/09/2015

José Faria
 
 
 
 

CHUVA MANSA


 
 
MANSA CHUVA

Já chegou a chuva de mansinho
A refrescar os prados e os montes
E a assentar a poeira do caminho,
Encher de água fresca as suas fontes.

Já desperta o desejo pelo gosto,
De pedalar por aí encharcadinho;
Sentir a água fresca sobre o rosto,
De os charcos cortar e abrir caminho.

Rolar na lama de quelhas e vielas,
Sentir a graça e alegria de viver,
Com a borra da terra nas canelas,
E a força desportiva por prazer.

Já chegou e cai suavemente;
Rejuvenesce os montes e os prados,
Toda a terra e seus habitantes.

Divina dádiva chega a toda a gente,
E aos frutos da terra renovados,
São Natureza, milagres constantes.

 José Faria

segunda-feira, 6 de abril de 2015

POESIA ARTESANAL


Da ponta da navalha e da pena com mestria,
nascem as obras de artesanato e poesia.

video

sexta-feira, 6 de março de 2015

CUIDADO! PEIXE GRAÚDO.


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Eles andam aí, é peixe graúdo,
Nos bastidores de brumas caladas;
Dispersam e comem peixe miúdo,
Mantém cardumes de mãos atadas.

São predadores que devoram tudo,
Em todas as águas mexidas, paradas;
Tem o poder de escama e escudo,
São reis de mares, rios, levadas.

Nadar matreiro sem agitação,
Em águas profundas, ou a meia altura;
É poder ofensivo que dói e se sente;

E a fome prospera na população,
Mais nas espécies de pequena estatura;
Que sobrevive contra a corrente.

José Faria
2015

AS MINHAS MIMOSAS EM 2015


AS MINHAS MIMOSAS
Anda o aroma adoçando o ar,
De cores amarelas, tão formosas;
É a alegria crescente a despertar,
Nesta cor perfumada das mimosas.

Até o sol sorri e anda a amar,
Fascinantes cores, lindas e vistosas;
Da Primavera salvadora a chegar
Nas flores delicadas e amorosas.

É o renovar constante do amor,
Das abelhas em manto florido;
Da natureza em transformação.

Néctar, dias grandes e muita cor,
Cresce o saber da mente e coração;
E o mel da vida amadurecido.

06/03/2015 (16 h)
José Faria


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

OUVEM-SE PASSOS...


 
 

 Ouvem-se passos sistematicamente,
Passos que passam pela vida
De toda a gente.
Pé ante pé, passo a passo,
Ou a passo de corrida…
Estardalhaço!?

São passos que causam medo,
Horror, chaga e ferida.
Ouvem-se passos a todo o tempo.
É doentio, é mordida.

Ouvem-se passos de manhã ao acordar,

Toda a manhã, à tarde e à noite,
Até de madrugada.
São passos estardalhaços.

Ó pesadelo nacional crispado nos passos a passo!?
Toque-toque… toque-toque…!
Não param os passos já sem valência,
Nesta torvolência de continua exigência!
De temor, arrogância, poder e teimosia;
Toque-toque… toque-toque…!?

São pesadelo estes passos que desatam laços,
Que fazem da verdade fantasia.
Ouvem-se passos sistematicamente.
A toda a hora do dia.
São pesadelo social constante,
De salvação nacional urgente,
A atropelar toda a gente,

Passos incertos, sem juízo ou horizonte;
Ouvem-se passos na cidade
E a monte…
Ouvem-se Passos de estardalhaços.
E mantem-se seca a fonte.

 José Faria