segunda-feira, 23 de novembro de 2015

TERRA PARADA












Aquela terra,
Sem nada saber,
Cansada de nada
Já sem dar nas vistas;
Continua cansada,
Por nada fazer
E é freguesia de oportunistas.

De gente que fura
Que sabe vencer,
Amigos lacaios
Tão egoístas,
Servos escroques
De qualquer poder
Por seus interesses
Tão egoístas

Ao pé da cidade
De um Douro a correr,
Que na sua foz,
Mostra águas mistas,
Doces, salgadas…
Sempre a se envolver,
Sempre a correr,
E a se abraçar;
Longe de lacaios,
De puros fascistas.

José Faria

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