quarta-feira, 7 de março de 2018

O ENIGMA E A HAMLÉTICA

O ENIGMA E A HAMLÉTICA
Estas mensagens poeticamente sentidas e muito profundas sobre a vida e a morte, gravadas em duas mármores, colocadas uma de cada lado da entrada do cemitério de Pedrouços, foi por vontade e por boa iniciativa de Francisco Araújo Dantas, o primeiro presidente da mais jovem freguesia da Maia. Que, apesar de todas as dificuldades sentidas que lhe foram colocadas na altura, por ser de ideologia comunista, levou a bom termo a obra mais necessária no início desta freguesia.

Teve muitos seguidores que foram ativos da sua doutrina enquanto viveu e o elegeram presidente até que, por doença, partiu desta vida. 

E o facto de a poesia muito bem escolhida por si para o local de partida e paz, de respeito e de silêncio perante a morte, ser de G. Dantas, ... ainda hoje leva frequentadores do cemitério a pensarem que a poesia foi escrita pelo senhor Dantas,por ele, o primeiro e melhor presidente de Pedrouços.

Pois, como ainda hoje constatei com umas predoucenses com quem por lá me cruzei, que teimosamente me afirmavam: - "Foi o Senhor Dantas!

Claro que desmenti,como é minha obrigação. "A Deus o que é de Deus, a César o que é de César."embora não ficassem muito convencidas.
A poesia é de G. Dantas e não de Francisco Araújo Dantas.
- Até que fosse o nome do escritor escolhido intencionalmente... seja como for, .....mas o seu a seu dono.

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