sexta-feira, 20 de março de 2026

POR ONDE ANDA O BUSTO DE CARMONA


Foi no mandato do presidente da Câmara Municipal da Maia, Dr. Carlos Pires Felgueiras, que foi inaugurado na Praça do Município, a 7 de julho de 1951, o busto de Carmona, Marechal António Óscar Fragoso Carmona.
A cerimónia da inauguração, teve pompa de circunstância, com a presença de grandes figuras da Maia e muito povo a assistir, no entanto, a chegada da revolução iniciada pelo golpe de Estada em Portugal, virou do avesso, o gosto, o respeito e a consideração por Carmona. E o busto acabou por abandonar pedestal por vontade do povo.
Como escreveu Fernando Maia, no Almanaque da Maia, de Álvaro do Céu Oliveira…

“- Porém,
Numa noite tingida do negro mais escuto,
Já quando o povo era quem mais ordenava,
E a liberdade se havia espalhado por todos,
Mas sem ter ordenado coesissimamente nada,
Nem tampouco ter sido consultado ou apenas avisado,
Arrancaram-lhe o monumento que havia e era seu.”
Mais tarde,…
“Tendo o povo descoberto o poiso ilícito do seu busto,
Toma-o, porque é muito seu,
E coloca-o no sítio ideal: no seu local de origem.
- Estava tudo certo.
O povo é dono e senhor do que lhe pertence;
O povo ordena realmente.
Mas…
Como porquê e por quem não interessado,
O busto é novamente arrancado…
- Fica tristeza, estupefação,
Discordância, humilhação, desassossego,
Revolta mal contida,” (…/…)

E o busto de Carmona por lá andou pelos aposentos municipais, de um lado para o outro, arruma para aqui, arruma para ali…
O povo é quem mais ordena, tantas vezes desordenado e comando por emoções que não se coadunam com valores socioculturais que a evolução das sociedades humanas tanto carecem.
Fotos: História dum certo busto, de Fernando Maia, de 6/1/1978, e foto da inauguração do busto de Camões, do livro, “Ilustres da Maia, pág. 15, da autoria de Vitor Maia.
José Faria


segunda-feira, 16 de março de 2026

10º ANIVERSÁRIO DO WILDEST NATURE

 

WILDEST NATURE FESTEJOU 10 ANOS DE AVENTURAS
NO CASARÃO EM SANTA MARINHA DO ZÉZERE

 O grande convívio almoçarado e dançante do décimo aniversário da Wildest Nature, reuniu cerca de uma centena de aficionados amantes da natureza. Transportados em dois autocarros, a partir dos habituais pontos de embarque, Barcelos, Braga, Trofa, Santo Tirso, Porto e Penafiel, o passeio teve como destino e primeira paragem, na bela e histórica cidade de Amarante, banhada pelo rio Tâmega.

A concentração deu-se no largo da Igreja e Convento de São Gonçalo

Monumento Nacional de construção deliberada em 154, por D. João III e Dª. Catarina, iniciada em 1543, cuja construção se prolongou até ao século XVIII, com intervenções no século XX.

Será interessante a divulgação das suas características, enquanto monumento nacional, de estilos renascentista, maneirista, barroco e oitocentista.

“A varanda dos Reis expõe os Reis patrocinadores da obra:

D. Sebastião, D. João III, Dª. Catarina e Filipe I de Portugal.

Fachada lateral, 1º e 2º piso de estilo renascentista, 3º piso de estilo maneirista.


O Convento é composto por três claustros e igreja de planta longitudinal, com nártex, de nave central dividida em três tramos, com capelas laterais intercomunicáveis, fechada sobre o cruzeiro, por cúpula e lanternim nervado e em caixotões decrescentes.

Transepto inscrito, cabeceira tripartida e capela-mor profunda. Entre a portaria conventual, junto à fachada principal da igreja, e o edifício da igreja de São Domingos, adossa-se a torre sineira de planta quadrangular.

Dependências conventuais estendem-se a Norte da igreja, compostas por três claustros; o primeiro marcado pela fonte centrada de Mateus Lopes.

Utilização inicial: Religiosa – Igreja e Convento Dominicano.

Utilização atual: Religiosa Igreja e piso térreo do primeiro claustro. Cultural, 1º andar do1º claustro e 2º claustro, afetos ao Museu de Amadeu de Souza-Cardoso. 3º Claustro: - Paços do Concelho.

A caminhada de dois quilómetros, do grande grupo, deu-se de seguida pelas margens do rio Tâmega, nesse dia soalheiro de 15 de março. Mais uma caminhada à descoberta dos velhos moinhos e azenhas, e da grande levada sorridente em arco, tão brilhante ao sol daquela manhã festiva. Local e momento excelente para captação de imagens e pinturas paisagísticas.

De regresso aos autocarros, tiveram estes o destino do Casarão (Turismo e Eventos) excelente miradouro sobre as montanhas.

O grande banquete de alegre e festivo convívio, pelo décimo aniversário da Wildest Nature, das aventuras, do turismo e das descobertas em “Montanhas que Escondem Segredos”, promoveu a grande animação da tarde.

Depois de bem comidos e bem regados, cantou-se os parabéns, com desejo de felicidades e sucesso por muitos anos, e de gratidão aos excelentes Guias/Monitores; Inácio Lima, Joana Pinheiro, Andreia Xara, Eduarda Duarte, Jorge Ferreira, Paula Silva, Bruno Matos e demais colaboradores.

Foi também um momento para realçar poeticamente o acontecimento, com dois sonetos:

O Wildest nos oferece o mundo a ver,
Por entre montes, prados, rios e Mar,
Que nos oferece o planeta a conhecer
E de tudo que a natureza tem para dar.
 
Muitas aventuras para o mais saber,
Sempre rotas e mais rotas a abraçar;

O conhecimento, a cultura e o prazer,
Há dez anos anda o Wildest a semear.
 
Excursões, aventuras e caminhadas,
Montanhas que escondem segredos,
Tantas rotas, caminhos e itinerários;

Por entre florestas de contos de fadas,
Por montes, cidades e por arvoredos,
Ativamente conta dez aniversários.


“HÁ MONTANHAS
QUE ESCONDEM SEGREDOS!”
Há montanhas que escondem segredos,
Aventuras que jamais serão esquecidas;
Entre vales, bosques, montes e penedos,
Que educam com riqueza as nossas vidas.
 
Por verdes campos, por vastos arvoredos,
Ao pé de rios calados, quase escondidos;
Alegres caminhadas de gracioso credo,
Amantes da natureza no mesmo sentido.
 
Na mesma ansiedade por conhecimento,
Os grupos turísticos estão na descoberta,
Desde a arte presente, à escrita rupestre;
 
Turismo natural de bom envolvimento,
Visitas bem guiadas e de franca oferta,
Com que nos presenteia a Wildest.


Só a tarde (de fisioterapia) dançante, muito movimentada e participada, deu por concluído o grande 10 º aniversário da Wildest Nature, promotora e realizadora de saudáveis, culturais e alegres eventos:

 "HÁ MONTANHAS QUE ESCONDEM SEGREDOS" – Caminhadas em Contexto de Natureza, Eventos Desportivos, Visitas Guiadas, tudo com reportagens fotográficas.

José Faria

 

 

sábado, 14 de março de 2026

10º ANIVERSÁRIO DA WILDEST

 É JÁ AMANHÃ 15 DE MARÇO

ANO DE 2026
PARABÉNS À Wildest

O Wildest nos oferece o mundo a ver,
Por entre montes, prados, rios e Mar,
Que nos oferece o planeta a conhecer
E de tudo que a natureza tem para dar.
Muitas aventuras para o mais saber,
Sempre rotas e mais rotas a abraçar;
O conhecimento, a cultura e o prazer,
Há dez anos anda o Wildest a semear.
Excursões, aventuras e caminhadas,
Montanhas que escondem segredos,
Tantas rotas, caminhos e itinerários;
Por entre florestas de contos de fadas,
Por montes, cidades e por arvoredos,
Ativamente conta dez aniversários.
“HÁ MONTANHAS
QUE ESCONDEM SEGREDOS!”
Há montanhas que escondem segredos,
Aventuras que jamais serão esquecidas;
Entre vales, bosques, montes e penedos,
Que educam com riqueza as nossas vidas.
Por verdes campos, por vastos arvoredos,
Ao pé de rios calados, quase escondidos;
Alegres caminhadas de gracioso credo,
Amantes da natureza no mesmo sentido.
Na mesma ansiedade por conhecimento,
Os grupos turísticos estão na descoberta,
Desde a arte presente, à escrita rupestre;
Turismo natural de bom envolvimento,
Visitas bem guiadas e de franca oferta,
Com que nos presenteia a Wildest.

quarta-feira, 11 de março de 2026

HÁ SEGREDOS NAS MONTANHAS

“HÁ MONTANHAS
QUE ESCONDEM SEGREDOS!”
 
Há montanhas que escondem segredos,
Aventuras que jamais serão esquecidas;
Entre vales, bosques, montes e penedos,
Que educam com riqueza as nossas vidas.
 
Por verdes campos, por vastos arvoredos,
Ao pé de rios calados, quase escondidos;
Alegres caminhadas de gracioso credo,
Amantes da natureza no mesmo sentido.
 
Na mesma ansiedade por conhecimento,
Os grupos turísticos estão na descoberta,
Desde a arte presente, à escrita rupestre;
 
Turismo natural de bom envolvimento,
Visitas bem guiadas e de franca oferta,
Com que nos presenteia a Wildest.
José Faria
 

ALFENA E A BELA PONTE DE SÃO LÁZARO

 

PASEIO DE BIKE PELAS MARGENS DO LEÇA
ATÉ À PONTE DE SÃO LÁZARO, EM ALFENA 

A Ponte de São Lázaro, é uma bela ponte medieval sobre o rio Leça, situada no parque de lazer de Alfena, no concelho de Valongo.

Construída possivelmente, sobre uma ponte romana (como aqui demonstra a foto de 1955), é de tabuleiro em cavalete assente sobre dois arcos de volta perfeita, desiguais; o grande ao centro sobre o rio, o mais pequeno à esquerda da bela ponte.

Mas Alfena não é só o rio Leça e a ponte de São Lázaro.

Alfena ou São Vicente de Alfena, é uma cidade e freguesia do concelho de Valongo, do distrito do Porto, onde o respeito pelo meio ambiente, juntamente com o desenvolvimento, acontece diariamente.


Os cuidados e a manutenção com as vias de comunicação, com a habitação, com todos os equipamentos socioculturais, educativos, industriais e comerciais, parecem estar sempre na ordem do dia.

A área da cidade e freguesia de Alfena, “está dividida nas seguintes zonas ou lugares com os seguintes nomes: Baguim, Igreja, Reguengo, Ermida, Transleça, Telheiras, Trás-do-Casal, Ferraria, Rua, Santeiros, Aldeia Nova, Barreiro de Cima, Costa, Barreiro de Baixo, Barreira, Gandra, Outeiro, Outeirinho, Codiceira, Pedrouços, Lombelho, Cabeda , Várzea, Vilar, Oliveiras e Xisto.”

Alfena alcançou a categoria de cidade por votação na sessão plenária da Assembleia da República Portuguesa em 30 de junho de 1989. Após a criação do município de Valongo em 1836, devido a desentendimentos com a população daquela freguesia , a sede do município foi estabelecida em Alfena, que nessa altura já era considerada vila. Alfena é também uma cidade pertencente ao distrito do Porto .”

Porque o https://es.wikipedia.org/wiki/Alfena, tem muito mais a informar, apenas acrescento que me é sempre agradável visitar Alfena, sobretudo de bicicleta, que me leva a todos os locais onde o carro não pode ir.

Acompanhando o rio Leça desde Parada, em Águas Santas, Maia, sempre com o Leça, os seus moinhos e açudes no olhar e no pensamento, assim chego à ponte de São Lázaro, em Alfena, para aí me entregar à tranquilidade do parque de lazer banhado pelas águas do rio e pelo seu canto, das pequenas cascatas.

José Faria - 


XXVI ANIVERSÁRIO DA CONFRARIA DO MAR DE MATOSINHOS

  XXVI ANIVERSÁRIO DA CONFRARIA GASTRONÓMICA DO MAR DE MATOSINHOS   A confraria gastronómica do mar, A brindar os seus vinte e seis anos; E...