segunda-feira, 16 de março de 2026

10º ANIVERSÁRIO DO WILDEST NATURE

 

WILDEST NATURE FESTEJOU 10 ANOS DE AVENTURAS
NO CASARÃO EM SANTA MARINHA DO ZÉZERE

 O grande convívio almoçarado e dançante do décimo aniversário da Wildest Nature, reuniu cerca de uma centena de aficionados amantes da natureza. Transportados em dois autocarros, a partir dos habituais pontos de embarque, Barcelos, Braga, Trofa, Santo Tirso, Porto e Penafiel, o passeio teve como destino e primeira paragem, na bela e histórica cidade de Amarante, banhada pelo rio Tâmega.

A concentração deu-se no largo da Igreja e Convento de São Gonçalo

Monumento Nacional de construção deliberada em 154, por D. João III e Dª. Catarina, iniciada em 1543, cuja construção se prolongou até ao século XVIII, com intervenções no século XX.

Será interessante a divulgação das suas características, enquanto monumento nacional, de estilos renascentista, maneirista, barroco e oitocentista.

“A varanda dos Reis expõe os Reis patrocinadores da obra:

D. Sebastião, D. João III, Dª. Catarina e Filipe I de Portugal.

Fachada lateral, 1º e 2º piso de estilo renascentista, 3º piso de estilo maneirista.


O Convento é composto por três claustros e igreja de planta longitudinal, com nártex, de nave central dividida em três tramos, com capelas laterais intercomunicáveis, fechada sobre o cruzeiro, por cúpula e lanternim nervado e em caixotões decrescentes.

Transepto inscrito, cabeceira tripartida e capela-mor profunda. Entre a portaria conventual, junto à fachada principal da igreja, e o edifício da igreja de São Domingos, adossa-se a torre sineira de planta quadrangular.

Dependências conventuais estendem-se a Norte da igreja, compostas por três claustros; o primeiro marcado pela fonte centrada de Mateus Lopes.

Utilização inicial: Religiosa – Igreja e Convento Dominicano.

Utilização atual: Religiosa Igreja e piso térreo do primeiro claustro. Cultural, 1º andar do1º claustro e 2º claustro, afetos ao Museu de Amadeu de Souza-Cardoso. 3º Claustro: - Paços do Concelho.

A caminhada de dois quilómetros, do grande grupo, deu-se de seguida pelas margens do rio Tâmega, nesse dia soalheiro de 15 de março. Mais uma caminhada à descoberta dos velhos moinhos e azenhas, e da grande levada sorridente em arco, tão brilhante ao sol daquela manhã festiva. Local e momento excelente para captação de imagens e pinturas paisagísticas.

De regresso aos autocarros, tiveram estes o destino do Casarão (Turismo e Eventos) excelente miradouro sobre as montanhas.

O grande banquete de alegre e festivo convívio, pelo décimo aniversário da Wildest Nature, das aventuras, do turismo e das descobertas em “Montanhas que Escondem Segredos”, promoveu a grande animação da tarde.

Depois de bem comidos e bem regados, cantou-se os parabéns, com desejo de felicidades e sucesso por muitos anos, e de gratidão aos excelentes Guias/Monitores; Inácio Lima, Joana Pinheiro, Andreia Xara, Eduarda Duarte, Jorge Ferreira, Paula Silva, Bruno Matos e demais colaboradores.

Foi também um momento para realçar poeticamente o acontecimento, com dois sonetos:

O Wildest nos oferece o mundo a ver,
Por entre montes, prados, rios e Mar,
Que nos oferece o planeta a conhecer
E de tudo que a natureza tem para dar.
 
Muitas aventuras para o mais saber,
Sempre rotas e mais rotas a abraçar;

O conhecimento, a cultura e o prazer,
Há dez anos anda o Wildest a semear.
 
Excursões, aventuras e caminhadas,
Montanhas que escondem segredos,
Tantas rotas, caminhos e itinerários;

Por entre florestas de contos de fadas,
Por montes, cidades e por arvoredos,
Ativamente conta dez aniversários.


“HÁ MONTANHAS
QUE ESCONDEM SEGREDOS!”
Há montanhas que escondem segredos,
Aventuras que jamais serão esquecidas;
Entre vales, bosques, montes e penedos,
Que educam com riqueza as nossas vidas.
 
Por verdes campos, por vastos arvoredos,
Ao pé de rios calados, quase escondidos;
Alegres caminhadas de gracioso credo,
Amantes da natureza no mesmo sentido.
 
Na mesma ansiedade por conhecimento,
Os grupos turísticos estão na descoberta,
Desde a arte presente, à escrita rupestre;
 
Turismo natural de bom envolvimento,
Visitas bem guiadas e de franca oferta,
Com que nos presenteia a Wildest.


Só a tarde (de fisioterapia) dançante, muito movimentada e participada, deu por concluído o grande 10 º aniversário da Wildest Nature, promotora e realizadora de saudáveis, culturais e alegres eventos:

 "HÁ MONTANHAS QUE ESCONDEM SEGREDOS" – Caminhadas em Contexto de Natureza, Eventos Desportivos, Visitas Guiadas, tudo com reportagens fotográficas.

José Faria

 

 

sábado, 14 de março de 2026

10º ANIVERSÁRIO DA WILDEST

 É JÁ AMANHÃ 15 DE MARÇO

ANO DE 2026
PARABÉNS À Wildest

O Wildest nos oferece o mundo a ver,
Por entre montes, prados, rios e Mar,
Que nos oferece o planeta a conhecer
E de tudo que a natureza tem para dar.
Muitas aventuras para o mais saber,
Sempre rotas e mais rotas a abraçar;
O conhecimento, a cultura e o prazer,
Há dez anos anda o Wildest a semear.
Excursões, aventuras e caminhadas,
Montanhas que escondem segredos,
Tantas rotas, caminhos e itinerários;
Por entre florestas de contos de fadas,
Por montes, cidades e por arvoredos,
Ativamente conta dez aniversários.
“HÁ MONTANHAS
QUE ESCONDEM SEGREDOS!”
Há montanhas que escondem segredos,
Aventuras que jamais serão esquecidas;
Entre vales, bosques, montes e penedos,
Que educam com riqueza as nossas vidas.
Por verdes campos, por vastos arvoredos,
Ao pé de rios calados, quase escondidos;
Alegres caminhadas de gracioso credo,
Amantes da natureza no mesmo sentido.
Na mesma ansiedade por conhecimento,
Os grupos turísticos estão na descoberta,
Desde a arte presente, à escrita rupestre;
Turismo natural de bom envolvimento,
Visitas bem guiadas e de franca oferta,
Com que nos presenteia a Wildest.

quinta-feira, 12 de março de 2026

RUINAS DO VELHO MOINHO DA TRAVAGEM

 

AS RUINAS DO VELHO MOINHO DA TRAVAGEM
COM OS PÉS NAS ÁGUAS DO RIO LEÇA
 

Foi esta velhinha casa, de habitação, de moinho e trabalho, em tempos que se perdem da memória, que resiste em ruinas para sua glória.
Assente sobre as águas do rio Leça na travagem, as ruinas vestidas de musgo, bolor e podridão, continuam amigadas com as águas do rio que lhe cantam a seus pés, indiferentes ao peso dos tempos, das histórias e memórias, e das muitas cheias que quase engoliram as velhas paredes e traves tão antigas e ainda tão resistentes.
Contemplar o seu interior, leva-nos a mistérios indecifráveis e desconhecidos, sobre as vivências humanas, de luta, árduo trabalho de sobrevivência, que ali labutaram com a força motriz das águas correntes.


Quase assusta a fascinação da contemplação do interior destas ruinas, onde a seus pés, regando continuamente, as águas do rio continuam indiferentes à sua existência, desde há séculos, ali cantarolando nos caneiros e na pequena levada, seguindo o seu destino até à foz no Atlântico, onde se entrega pelo porto de Leixões.



 

quarta-feira, 11 de março de 2026

HÁ SEGREDOS NAS MONTANHAS

“HÁ MONTANHAS
QUE ESCONDEM SEGREDOS!”
 
Há montanhas que escondem segredos,
Aventuras que jamais serão esquecidas;
Entre vales, bosques, montes e penedos,
Que educam com riqueza as nossas vidas.
 
Por verdes campos, por vastos arvoredos,
Ao pé de rios calados, quase escondidos;
Alegres caminhadas de gracioso credo,
Amantes da natureza no mesmo sentido.
 
Na mesma ansiedade por conhecimento,
Os grupos turísticos estão na descoberta,
Desde a arte presente, à escrita rupestre;
 
Turismo natural de bom envolvimento,
Visitas bem guiadas e de franca oferta,
Com que nos presenteia a Wildest.
José Faria
 

ALFENA E A BELA PONTE DE SÃO LÁZARO

 

PASEIO DE BIKE PELAS MARGENS DO LEÇA
ATÉ À PONTE DE SÃO LÁZARO, EM ALFENA 

A Ponte de São Lázaro, é uma bela ponte medieval sobre o rio Leça, situada no parque de lazer de Alfena, no concelho de Valongo.

Construída possivelmente, sobre uma ponte romana (como aqui demonstra a foto de 1955), é de tabuleiro em cavalete assente sobre dois arcos de volta perfeita, desiguais; o grande ao centro sobre o rio, o mais pequeno à esquerda da bela ponte.

Mas Alfena não é só o rio Leça e a ponte de São Lázaro.

Alfena ou São Vicente de Alfena, é uma cidade e freguesia do concelho de Valongo, do distrito do Porto, onde o respeito pelo meio ambiente, juntamente com o desenvolvimento, acontece diariamente.


Os cuidados e a manutenção com as vias de comunicação, com a habitação, com todos os equipamentos socioculturais, educativos, industriais e comerciais, parecem estar sempre na ordem do dia.

A área da cidade e freguesia de Alfena, “está dividida nas seguintes zonas ou lugares com os seguintes nomes: Baguim, Igreja, Reguengo, Ermida, Transleça, Telheiras, Trás-do-Casal, Ferraria, Rua, Santeiros, Aldeia Nova, Barreiro de Cima, Costa, Barreiro de Baixo, Barreira, Gandra, Outeiro, Outeirinho, Codiceira, Pedrouços, Lombelho, Cabeda , Várzea, Vilar, Oliveiras e Xisto.”

Alfena alcançou a categoria de cidade por votação na sessão plenária da Assembleia da República Portuguesa em 30 de junho de 1989. Após a criação do município de Valongo em 1836, devido a desentendimentos com a população daquela freguesia , a sede do município foi estabelecida em Alfena, que nessa altura já era considerada vila. Alfena é também uma cidade pertencente ao distrito do Porto .”

Porque o https://es.wikipedia.org/wiki/Alfena, tem muito mais a informar, apenas acrescento que me é sempre agradável visitar Alfena, sobretudo de bicicleta, que me leva a todos os locais onde o carro não pode ir.

Acompanhando o rio Leça desde Parada, em Águas Santas, Maia, sempre com o Leça, os seus moinhos e açudes no olhar e no pensamento, assim chego à ponte de São Lázaro, em Alfena, para aí me entregar à tranquilidade do parque de lazer banhado pelas águas do rio e pelo seu canto, das pequenas cascatas.

José Faria - 


sábado, 21 de fevereiro de 2026

O PROGRESSO DE UMA ASSOCIAÇÃO CULTURAL

 

O PROGRESSO DE UMA ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ESTÁ NA BOA GESTÃO DA SUA CONTABILIDADE

O progresso de toda e qualquer Associação Cultural sem fins lucrativos, assim como uma Associação Cultural de promoção e divulgação do Folclore, deve basear-se na transparência da sua contabilidade, registrando doações, patrocínios e mensalidades das cotizações dos seus associados, para cobrir custos operacionais (trajes, eventos, deslocações e despesas de instalação, sede). Deve, OBRIGATORIAMENTE, manter os livros contábeis (Diário/Razão), emitir demonstrações financeiras (Balanço, DRE) e declarar as suas obrigações fiscais. 


Após a fundação, a associação deve obter o NIF, registar-se nas Finanças e Segurança Social, e adotar a sua contabilidade (frequentemente organizada).

Registar mensalidades, apoios municipais, venda de rifas/artesanato, receitas de eventos, convívios festivos e de angariação de fundos, assim como as despesas com atuações, seguros e manutenção.

As Associações de cultura/recreio, tal como as de Folclore, podem até estar isentas de IRC sobre rendimentos próprios (artigo 10º do CIRC), mas devem, mesmo assim, comunicar os donativos às finanças.

Recorde-se que até o IVA deve ser aplicado quando a Associação proceder à venda de produtos ou serviços (artigo 53º do CIVA).

Anualmente deve proceder à entrega das declarações (ex: Modelo 22, IES).

É fundamental e obrigatório, a realização de assembleias anuais para divulgação e aprovação de contas, e da faturação dos bens adquiridos pela associação, garantindo a transparência a todos os membros, colaboradores e associados.

Nas Associações com mais dificuldade em manter a sua contabilidade correta e transparente de acordo com a lei, a contabilidade deve ser elaborada por um contabilista certificado, para manter a legalidade.

José Faria

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A FORÇA DO PEREGRINO ESTÁ EM CALDELAS

 

PRIMEIRA PARAGEM É FORÇA DOS PEREGRINOS

QUE DESPERTA NO ALBERGUE DE CALDELAS. 

Caríssimo e bom meu amigo, de todos os peregrinos e do progresso da terra e do povo de Caldelas, José Manuel Almeida.

Há sementes criadas na existência do caminho de cada um e no caminho de todos, que fermentam mais tarde ou mais cedo, produzindo flor e fruto, humano, social e cultural, como em mim frutificou o caminho da Geira e dos Arrieiros, onde o bom cidadão José Manuel Almeida, foi o anjo a alertar-me para a beleza da paisagem, virgem e humanizada; para a riqueza histórica monumental e em ruinas dos tempos ancestrais, celtas e romanos, como terá sido para centenas de peregrinos que passaram por Caldelas.

Foi meu guia sem sair de Caldelas, que me dotou dos cuidados a ter, da aplicação Wikiloc que deveria instalar para me orientar e que me indicou todo o caminho que caminhei só, e não deixou que me perdesse;  assim como dos contactos que me indicou, onde pernoitar em  pensões por falta de albergues no caminho.


Por cá, na minha terra da Maia e em toda a cidade do Porto e concelhos limítrofes, realizam-se continuamente convívio culturais de tertúlias de poesia, onde a literatura, na sua comunicação em mensagem através da poesia, são uma constante.

Já os amantes e respeitadores do caminho da Geira e dos Arrieiros, realizaram um almoço convívio em Caldelas, e são tantos que nos transmitem as suas odisseias do caminho através da poesia.


Tendo em conta todas as condições já realizadas e conseguidas para segurança dos peregrinos do Caminho da Geira e dos Arrieiros, um novo encontro, de almoço ou de jantar, de um dia ou de um fim de semana, complementado com outros eventos relacionados com este caminho no seio da natureza, a abraçar o Gerês e a história ancestral de celtas romanos e outros povos, poderia ser e deve ser, o maior evento cultural e histórico dos peregrinos e do povo de Caldelas, a primeira paragem, o primeiro descanso e do primeiro albergue a ser criado para os peregrinos com destino ao túmulo do Apóstolo na Catedral de Santiago de Compostela.


O evento, almoço, jantar ou de fim-de-semana, com mais iniciativas a incluir no programa, deveria ser abrilhantado com a descrição de momentos vividos no caminho pelos peregrinos. Mas, que essa descrição, DECLAMAÇÃO!,  fosse somente transmitida em poesia ou canto, com a inclusão de canções sobre o caminho, incluído a de, “LOS AMIGOS!” a ser motivada a ser cantada por todos, no inicio e no fim de um grande encontro cultural e histórico sobre o Caminho da Geira e dos Arrieiros em Caldelas.


E porque não incluir este grande encontro PEREGRINO CULTURAL, no programa das Grandes Festas de Caldelas!?

O MEU ABRAÇO AO POVO DE CALDELAS A PARTIR DAS MAIA

José Faria

10º ANIVERSÁRIO DO WILDEST NATURE

  WILDEST NATURE FESTEJOU 10 ANOS DE AVENTURAS NO CASARÃO EM SANTA MARINHA DO ZÉZERE   O grande convívio almoçarado e dançante do décimo...