LETRAS VIVAS
PEDROUÇOS - MAIA - Arte, cultura e poesia de José Faria
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
O MELHOR CONDOMÍNIO SOCIAL MAIATO É DE PEDROUÇOS
O
MELHOR CONDOMÍNIO SOCIAL MAIATO
DE
PEDROUÇOS, CONTINUA SEMPRE ATIVO.
-
EDIFÍCIO ARROTEIA – PEDROUÇOS – MAIA
Contemplado
com prémios de melhor condomínio de habitação social da Maia, o empreendimento
habitacional da rua da Arroteia, em Pedrouços, continua a demostrar ativamente
e responsavelmente, uma convivência e administração de condomínio exemplar.
Detentora
de vários prémios de melhor condomínio da Maia, a administração gerida e
orientada há vários anos por dois condóminos, sempre reeleitos pela totalidade
dos locatários, contínua progressivamente e responsavelmente nas mãos de Mário
Vinhas e Mário Laurentino.
Sempre
ativos e atentos e intervenientes, para tudo que mereça resposta imediata, de inovação
e renovação para o bem comum do coletivo habitacional, a estes exemplares condóminos,
amigos administradores, continua a não lhes escapar a mais simples ou
complicada necessidade de intervir e de resolver todo e qualquer problema que
se lhes apresente, para o bem-estar do coletivo em condomínio.
Mais
de 25 anos passaram desde a entrega das habitações a custos controlados, com
promessa de compra, já regularizadas na sua grande maioria.
O sistema de rega da vasta zona relvada e ajardinada, junto às guias do passeio, mostram-se gastas e deterioradas, necessitando de renovação e de substituição. Assim sendo, os administradores com a concordância e agradecimento de todos os condóminos, estão a proceder à substituição do sistema de rega. A cisterna de alimentação a todas as frações, que periodicamente obriga a limpeza e manutenção para a sua eficiente e segura utilização, é e sempre foi, uma das grandes prioridades e responsabilidades de atenção por estes exemplares condóminos administradores.
Daí
as assembleias de condomínio deste empreendimento municipal maiato, cujas frações
já procederam à realização das respetivas escrituras em nome dos locatários, continuarem
a contribuir para o Fundo de Poupança de Condomínio, o fundo de maneio para as
grandes e necessárias obras de remodelação e de conservação, que vão surgindo.
Solidários
e agradecidos, todos os condóminos deste empreendimento habitacional do
EDIFÍCIO ARROTEIA, continuam unanimemente empenhadas em apostar, aprovar e
eleger sempre estes excelentes amigos condóminos administradores de longa data,
enquanto se mantiverem disponíveis para servir este condomínio pedroucense e maiato,
o primeiro a ser habitado em Pedrouços.
Bem-haja
a Mário Vinhas, Mário Laurentino, e a todos os bons vizinhos cumpridores do
regulamento social e humanitário deste condomínio.
José Faria
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
BRÁCAROS OU CASTREJOS
BRÁCAROS OU CASTREJOS
sábado, 1 de agosto de 2026
FADO NÃO, POR FDAVOR!
“O FADUNCHO CHORADINHODAS TABERNAS E SALÕESSEMEIA SÓ DESALENTOMISTICISMO E ILUSÕES.”(José Mário Branco) Fado não, por favor!Fiquem lá com a saudadeE com toda a sua nostalgia; Sou natureza de paz e de amor,Onde mora o néctar da verdade,Sem invenção, sem hipocrisia. Só a ficção que inventa a tristeza,Que faz rir e chorar na emoção,Maltrata no canto toda a pureza,Com tanta inverdade, e incerteza,A explorar a alma e o coração. E o coração tão dono das vidas,Verdadeiro motor da existência;Não deve sofrer tantas feridas,Por festas de fado tão divertidas,Pois toda a cultura pede decência.José Faria
quinta-feira, 23 de julho de 2026
CHORAM OS LIVROS ESQUECIDOS
CHORAM OS LIVROS ESQUECIDOS
segunda-feira, 6 de julho de 2026
POESIA EM IMAGENS
DANÇA
DA VIDA
Não
esqueças nunca a dança,
De
movimento e alegria;
E
não esperes só festança,
Envolve-te
nessa magia.
Não
precisas de mestria,
Só
de sorriso e confiança;
E
de alguma coreografia,
E
ter a graça da criança.
O
caminho é de esperança,
Que
se pratica toda a vida,
Durante
a nossa existência;
É
a sobrevivência nos convida,
A
mais cuidado, mais liderança,
E
proteção à nossa essência.
José
Faria
terça-feira, 30 de junho de 2026
JANEIRAS NA IGREJA 2026
IGREJA
MATRIZ DE PEDROUÇOS
O
último dia do mês de janeiro de 2026, animou a igreja de Nossa Senhora da
Natividade de Pedrouços, com o cantar das janeiras.
O
grupo das janeiras do Rancho Folclórico e Etnográfico “Flor de Linho” de
Pedrouços, Maia, juntou a si os Grupos das janeiras, da Associação Cultural e
Recreativa “Os Fontineiros da Maia”, - do Rancho Folclórico Passal, de São Pedro
da Cova, Gondomar, e o Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Pérola do
Campo. Todos cantaram as suas janeiras no Altar, aos pés da Santa Natividade,
padroeira desta freguesia maiata.
A
apresentação dos grupos participantes, foi coordenada pelo jovem Ricardo Sousa
da paróquia de Pedrouços, que a todos agradeceu a participação neste anual Encontro
de Janeiras na igreja matriz.
Uma
tradição secular que anualmente se repete no decorrer do mês de janeiro, que
leva os grupos de janeireiros a percorrem de porta em porta as ruas dos lugares
onde se insere, e nas igrejas Cristãs.
Todos
os cânticos se referem à caminhada e chegada dos Reis Magos junto ao Menino
Jesus, sua Mãe Natividade, a José e aos pastores, que cantam – “De belém vimos,
somos pastores, dar Boas Festas aos meus senhores” e, “Meu menino Deus, que
assim nos amais, no céu e na terra, bendito sejais”.
Se
recuarmos ainda mais a tempos ancestrais desta tradição, e entrando na cultura
pagã, verificamos que o cantar das janeiras de porta em porta tinha o propósito
de saudar o Natal, o Menino, os reis Magos, a luz da Estrela do Oriente, dar a
Boa Nova do nascimento do Salvador, mas também o de pedir, por isso recebiam em
troca dos seus cânticos, doces, frutos secos e dinheiro. Assim, as letras das
canções das janeiras contemplam esse propósito cantando: “Não vamos deixar
cair, esta tradição tão nobre; não é desonra pedir, para alguém se for mais
pobre”.
Este
pedir chega também para o Menino. “Vimos cantar as janeiras, e pedir-vos com
carinho, abram vossas algibeiras, p’ra Jesus que é pobrezinho”.
Esta
cultura popular, rica na divulgação de fragmentos da nossa história, leva-nos a
ver os bons janeireiros, os Grupos de janeiras e os Ranchos folclóricos, como
embaixadores da cultura popular e tradicional portuguesa.
Este
encontro promoveu também o convívio entre todos os elementos dos quatro grupos
de ranchos folclóricos que após as atuações se reuniram no salão de eventos da
paróquia num agradável banquete coletivo, onde a alegria foi brindada com mais
música, canto e dança.
José
Faria
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