segunda-feira, 23 de setembro de 2019

CHEGOU O OUTONO 2019

OUTONO
Oh!
Chegou o Outono!...
Vem repleto de histórias,
Inundado de saberes
E de memórias;
Conta-nos Outono,
Continuas a ser dono
De experiências e glórias?

Vã!
Desabrocha tua graça,
Ao novo tempo que passa.

Como foram as Primaveras
Que vivestes e percorreste?
O Outono nunca esqueceu
Esse tempo que foi seu.

De como se renova a vida,
De como outrora se viveu.
Conta-nos Outonos,
De quando eras Primavera
E o Verão era só teu;
Não deixes ver-se perder,
O que só tu tens para oferecer.

Dá testemunho à tua gente!
Ainda a luz terás que ser,
Da juventude presente.
José Faria

sábado, 21 de setembro de 2019

TERRA SAGRADA

 
TERRA SAGRADA

Anda a terra sorridente,
Onde a chuvinha se deita;
Para dar vida à semente,
Promover boa colheita.

O lavrador tão contente,
Que a recebe, a vê perfeita;
Muito tempo esteve ausente
Que a terra toda a aproveita.

É a mãe terra a recuperar
Duma seca demorada,
De a vida a esmorecer;

Tudo está a despertar,
Nesta terra tão sagrada,
Que tudo tem a oferecer,

 José Faria

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

SOL E LUZ DA ÁGUA



Aos frutos da Mãe terra demos o abraço,
De todas as colheitas da natureza;
Que nos enche a vida e o regaço,
De toda a mãe terra e sua pureza.

Novo convívio pela vida a par e passo,
Somos parte de toda essa riqueza;
Do cosmos, dos astros e do espaço,
Da Roda do Tempo e sua grandeza.

De novo o despertar na observação,
E da atenção à água de sol brilhando;
Será a razão deste novo encontro.

Entregues a toda a contemplação,
E a todas as energias que emanando
Nos consagra a mente e o coração.
José Faria

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

À CONVERSA COM A ROLA


À CONVERSA COM A ROLA




A rola minha vizinha
Que mora no meu jardim;
Sempre ao fim da tardinha,
Vem se despedir de mim.

Desejar-me noite de paz,
Antes de eu me deitar;
E dizer-me que é capaz,
De manhã me visitar.

Escolhe sempre o lampião,
Adiante de meu quarto,
Para mais perto me ver,

Sobre essa lua ou balão,
De a ouvir não me farto,
É doce o seu arrulhar.

José Faria


sexta-feira, 23 de agosto de 2019

O PLANETA ESTÁ DOENTE


A NOSSA TERRA ESTÁ DOENTE
A nossa terra está doente,
Anda ferida de morte;
Cuidar dela é tão urgente,
Está deixada à sua sorte.

Com secura na garganta,
E nos rios, suas veias;
Que para o mar de água tanta,
Já levaram muitas cheias.

O corpo negro, queimado,
Mas quem socorro lhe presta?
Está a perder o penteado,
Do verde da floresta.

Tão doente e maltratada,
Pode não recuperar;
Sempre mais desidratada,
A ganância a vai matar.

A Terra está sufocando,
E fazem-na mais sofrer;
Tão doente e piorando,
O planeta está a morrer.
José Faria

O GANSO DE MARECOS

O GANSO DE MARECOS

O gando veio até mim,
Como o faz diariamente;
Pois ele sempre foi assim,
Vai junto de toda a gente.

Até nas toalhas, enfim,
Gosta de estar presente;
Mas sempre com o mesmo fim,
De bocados que o alimente.

É assim na paz do rio,
Desse Douro deslumbrante,
Que nos devolve à natureza,

Só o lazer morno do estio,
Forma a corrente abundante,
De vida em sua grandeza.

 José Faria

PELA MINHA MÃE TERRA


EU MORO NO PLANETA TERRA


O meu planeta é a mãe terra,
Que está sempre a adoecer;
Com esse cancro da guerra,
Muito de si está a morrer.

Tanta agressão só a emperra,
De se curar e restabelecer;
Tão alto sua dor berra,
Mas continua a perecer.

Vai levar consigo a vida,
E toda a diversidade,
Que criou continuamente;

É tão grande a dor que sente,
Que é obra da humanidade,
Que se julga inteligente.

José Faria

JANEIRAS NA IGREJA 2026

ENCONTRO DE JANEIRAS IGREJA MATRIZ DE PEDROUÇOS O último dia do mês de janeiro de 2026, animou a igreja de Nossa Senhora da Natividade de ...