Chegada à Catedral de Santiago de Compostela, no meu
final do caminho da Geira e dos Arrieiros.
quinta-feira, 25 de maio de 2023
CAMINHO DE SANTIAGO - GEIRA E ARRIEIROS - 2023
O MEU CAMINHO DE SANTIAGO - MAIO DE 2023Caminho da Geira e dos Arrieiros
Em Braga iniciei o.meu caminho,
O da Geira e dos Arrieiros, tão antigo;
Na aventura e descoberta, pareço sozinho,
Tenho na mãe natureza o melhor amigo.
Já vivi Caldelas, a paz da população,
Passei tantos montes de paisagens bela;
E vai crescendo em mim a emoção,
Desde que deixei Santiago de Caldelas.
Tanta floresta até Terras de Bouro,
Caminho abraçando o Campo Gerês;
E São João do Campo, mais romano que mouro,
Assume o património bem português.
Descanso no Gerês, Pousada da Juventude,
Aprontando-me de novo para o caminho;
Que o nascer do dia me dê plenitude,
Estou com todas as vidas andando sozinho.
DEFESA E PROTEÇÃO DO PEREGRINO:
A mochila é a segurança,
O conforto, a companhia;
Presa ao corpo não se cansa,
Tão servil no dia a dia.
O cansaço e o ardume.
Das bolhas, desse mancar;
São vitórias sem queixume,
Do seu tanto caminhar.
Vai na mochila a Vieira,
O bastão leva a cabaça;
P'ra ter sorte na canseira,
E á sua sede dar graça.
Não há adversidade,
A natureza é pura e bela;
Só gratidão e felicidade,
Por Santiago de Compostela.
Na aventura e na experiência,
Voa o nosso pensamento;
Saber mais sobre a existência
Por muito mais conhecimento.
Continuando...caminhando.
Já da pernoita ganha em Beariz,
Me entrego de novo à jornada;
De paz e aventura, como quem diz...
À gratidão pela vida sagrada.
Mais uma igreja e outra ermida,
Já tanta missa por aí foi rezada;
Toda essa entrega já desaparecida,
Só ficaram passos da caminhada.
E volta de novo a incerteza,
Onde será o sono esperado;
Em Soutelo tive a grandeza,
No Millenium hotel ser esperado.
Deixei Millenium Hotel, requintado,
Em Soutelo de Montes, de simpatia;
Sigo no caminho de Santiago,
Envolto em florestas de magia.
Mantém-se o silêncio na
descendência,
Como na memória distante do
passado;
Não somos nada mais do que
aparência,
Essa é a verdade que em mim trago.
Não há noção onde vou dormir,
Toda a dormida está sobrelotada;
Alguém se aprontou para me servir,
Dar descanso ao meu corpo cansado.
Chego a Codeseda, tudo confirmado,
Nada mais há onde pernoitar;
No BAR Café da Geira, tão prestado,
Encontraram solução para me
acalmar.
A solidariedade sempre oferecida,
Logo despertou para me vir buscar;
Para na "A Estrada" me
darem guarida,
E no Hotel ROOMS poder pernoitar.
GRATIDÃO PEREGRINA
Deixei Millenium Hotel, requintado,
Em Soutelo de Montes, de simpatia;
Sigo no caminho de Santiago,
Envolto em florestas de magia.
Mantém-se o silêncio na
descendência,
Como na memória distante do
passado;
Não somos nada mais do que
aparência,
Essa é a verdade que em mim trago.
Não há noção onde vou dormir,
Toda a dormida está sobrelotada;
Alguém se aprontou para me servir,
Dar descanso ao meu corpo cansado.
Chego a Codeseda, tudo confirmado,
Nada mais há onde pernoitar;
No BAR Café da Geira, tão prestado,
Encontraram solução para me
acalmar.
A solidariedade sempre oferecida,
Logo despertou para me vir buscar;
Para na "A Estrada" me
darem guarida,
E no Hotel ROOMS poder pernoitar.
GRATIDÃO PEREGRINA
terça-feira, 23 de maio de 2023
quinta-feira, 27 de abril de 2023
SARAU CULTURAL 3 - PEDROUÇOS
POESIA DO SARAU CULTURAL EM PEDROUÇOS
ANIMA AUDITÓRIO DA JUNTA DE FREGUESIA
O auditório Augusto Simões da autarquia pedroucense, esteve bastante animado e concorrido, por amor, projeção e respeito pela poesia, no terceiro Sarau Cultural, que ali se realiza sempre na última quarta-feira.
Esta Tertúlia Cultural de abril, incluiu a póstuma homenagem à poetiza de Pedrouços, Maria Alice, cuja obra poética, toda ela ainda escrita à mão em inúmeras folhas e cadernos, era desconhecida do público. A sua poesia veio à “luz do dia”, pela voz de vários dizedores de poesia, que ali declamaram as palavras e versos das suas sentidas estrofes.
José Faria
quinta-feira, 20 de abril de 2023
quinta-feira, 6 de abril de 2023
SARDÃO TIMON LEPIDUS
O SARDÃO TIMON LEPIDUSPassei ao castro de São Paio a pedalar,Em tarde de sol, de calor e muita luz;Admirei os sardões junto ao mar,
Imóveis e Indiferentes, com cuidado,Aceitaram a fotográfica companhia;Um sardão gostou de o ter filmado,Que mesmo enxotado não fugia.
Timon lepidus é o nome cientifico deste gracioso sardão, que vive junto às rocha e nas suas juntas, como aqui junto ao mar, na encosta rochosa do Castro de São Paio, em Labruge, Vila do Conde, “O Castro de S. Paio foi descoberto nos anos 50 do século XX por Fernando Lanhas e D. Domingos de Pinho Brandão. Desde então foi destruído parcialmente por vários curiosos com fitos muitas vezes bem-intencionados.De 1993 a 1996, foram efetuadas escavações arqueológicas com o objetivo de salvar o Castro da destruição. Foi objeto de um projeto de valorização. É o único Castro Marítimo da parte portuguesa do Noroeste Peninsular.
S. Paio é um afloramento rochoso essencialmente granítico, sobre o mar, junto a Moreiró, no extremo sul do concelho de Vila do Conde. Próximo desagua o rio Onda. Geomorfologia, arqueologia e paisagem fazem deste sítio um lugar de distinção onde se localizam a Capela de S. Paio e um castro, um pequeno povoado da Idade do Ferro que, na sua envolvente, apresenta vestígios atribuídos ao paleolítico.Aldeia fortificada do primeiro milénio a.C. que correspondia a uma fixação de povos do Noroeste Peninsular a que os romanos chamaram Calaicos. Jóia da arqueologia nacional, o Castro de S. Paio é o único exemplar de castro, em território nacional, em que o mar toca as defesas. Povoado de pescadores e provavelmente de produtores de sal, S. Paio foi abandonado com a chegada dos romanos cerca de 20. a. C. Na envolvente existem vários pontos de interesse relacionados com o passado histórico, com a geomorfologia, a biologia e a paisagem.”
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