segunda-feira, 12 de agosto de 2024
PEDALADAS AO ALBERGUE DO MOSTEIRO DE VAIRÃO
As pedaladas, com início em Pedrouços, passaram
pelo centro da Maia, em direção à campa do Santo Preto em Gemundo, e daí, ao
encontro do caminho de Santiago em Vilar do Pinheiro, seguindo as setas
amarelas até ao Mosteiro de Vairão.
sábado, 10 de agosto de 2024
Feira Medieval da Feira - Batalha por Ceuta
Pela Feira Medieval de
Santa Maria da Feira
Revive-se a história
portuguesa,
Santa Maria da Feira é o
palco;
De lutas, conquistas e
braveza,
Onde o poder do reino
fala alto.
As trocas e baldrocas do
poder,
Intrigas e disputas do reinado;
Na Feira Medieval a
acontecer,
Tanto povo atento,
admirado.
Andou a conquista de
Ceuta assanhada,
Em terras de Santa Maria
da Feira;
Quis D. João essa terra
açambarcada;
Com D. Pedro e D.
Henrique na dianteira.
Era já noite de luta e gritaria,
Por terra tombaram bons
guerreiros;
Pela posse de Ceuta que
se queria,
Onde os portugueses foram
primeiros.
“Ainda antes de assinar
a paz com o este seu único vizinho, D. João I havia lançado olhos a Ceuta e
iniciou os preparativos já em 1409. O principal promotor da expedição de
Ceuta foi João Afonso, vedor da fazenda, equivalente a ministro das finanças. O
príncipe-herdeiro D. Duarte, o infante D. Pedro e infante D. Henrique (mais tarde
apelidado de 'Infante Navegador') apoiaram com entusiasmo o projeto, pois a
perspetiva de tomar Ceuta oferecia-lhes a oportunidade de ganhar riqueza, fama
e glória.
Na manhã de 21 de Agosto de 1415, o rei D. João I deu ordens para o desembarque das tropas e um assalto geral à cidade. No entanto, quando o rei embarcou num escaler para ser levado a terra, feriu-se numa perna. Foi então dado sinal ao Infante D. Henrique para que liderasse as tropas a terra.
O primeiro a desembarcar foi Rui Gonçalves, conhecido pela sua ousadia; este encontrou resistência ao desembarcar com os seus homens na actual Playa San Amaro. O infante D. Henrique foi o primeiro infante a desembarcar à frente de um esquadrão de homens. Seguiu-lhe o seu irmão e o príncipe-herdeiro D. Duarte e, à frente de cerca de 300 homens, ambos lograram expulsar os defensores muçulmanos de volta ao portão de Almedina, que foi penetrado pelos portugueses antes que fosse firmemente encerrado.”
https://pt.wikipedia.org/wiki/Conquista_de_Ceuta
Desceu
do castelo, o reino, as altezas,
Para
ver os aldeãos em festa, em romaria,
E
a sua tradição, arte e espertezas,
O
comércio, a diversão e a alegria.
José
Faria
terça-feira, 16 de julho de 2024
MEMÓRIAS DE ARTE EM PEDROUÇOS
MEMÓRIAS DE ARTE
Por Pedrouços já
estiveram em exposição, várias vertentes da arte e da criatividade artística.
Foram as exposições de
Arte, da Junta de Freguesia de Pedrouços, de Pintura, Escultura, Artesanato, de
Rendas, Bordados, Ponto de Cruz…
Estávamos ainda no segundo executivo desta jovem autarquia, presidida por Abílio Rodrigues de Sousa, conhecido também por “Tenente”, patente que exerceu no Serviço Militar.
Frequentava eu os “Encontros com a Arte”, em Moreira, várias feiras nacionais de artesanato, com oficina de artesanato na Casa do Parque da Casa do Alto, e sendo também secretário da Assembleia de Freguesia; quando se procedeu à realização de várias exposições de artes, apesar das rudimentares condições onde se encontrava a sede da junta, na antiga escola das raparigas, e que fora também sede da Comissão de Moradores de Pedrouços, pois encontrava-se em obras de transformação a casa de lavoura de Augusto Simões, para sede desta nova autarquia da Maia.
Apesar de já quatro
executivos, de quatro presidentes de junta de freguesia de Pedrouços, Abílio Rodrigues
de Sousa, o 2º, foi o único capaz de apoiar e promover as obras e os artistas,
de toda esta variedade de artes, de pintura, escultura, rendas e bordados, e
artesanato, em condições muito precárias, numa casa velha que servia
provisoriamente de sede de Junta, a aguardar a conclusão das obras na casa do
grande lavrador maiato, para aí se instalar definitivamente numa nova sede da
autarquia.
José Faria
terça-feira, 9 de julho de 2024
SERVIÇOS RELIGIOSAS PAGOS COM GALINHAS
QUANDO AS GALINHAS PAGAVAMO CASAMENTO E O BATISMO…
Que coisas “religiosas” que nunca
imaginei,
Que apesar de tantas das minhas descobertas,
Parece que quanto mais aprendo menos
sei,
Das batinas do passado e das mãos
espertas.
Para a batina intervir num
acontecimento,
Para que um registo se pudesse efetuar,
Desde o nascer, ao casar e ao
falecimento,
Pagava-se bem pago e até galinhas
dar.
Sempre me fascinou “remexer”, procurar
e descobrir, factos e acontecimentos da história, muitos deles já praticamente
esquecidos.
Ora, ao participar na XIII Feira do
Livro da Maia, há por aí sempre obras literárias que me despertam curiosidade.
No passado foram os livros de Álvaro Aurélio do Céu Oliveira, que muito divulgam
a história da grande Maia até aos nossos dias.
Desta vez chamou-me a atenção as “ACHEGAS
DE MONOGRAFIA DA VILA DA MAIA, de Manuel Joaquim da Costa Maia, em edição
municipal de 1986.
Apesar de no passado, e ainda hoje, o
caldinho de galinha à parturiente ajudar à recuperação de forças e bem-estar ad
parturiente, nem sempre a galinha havia, pois era entregue ao Reverendo Pároco
como pagamento dos serviços de casamento, como pagamento de cerimónia e registo
paroquial de batismo… e outros servos.
Para descrever esse “achado”
histórico por palavras, melhor e mais fiel será transcrever o que consta nas “Achegas
de Monografia da Vila da Maia”, na página 63 e outras:
Achei por costume baptizarem os
moradores desta freguesia na Pia baptismal da igreja dela seus filhos e darem
por cada um quando os baptizam ao Reverendo Pároco uma galinha viva, e uma vela
conforme o seu primor quer, mas nunca de menos valia que meio tostão, ou três vinténs,
e sendo achada alguma criança enjeitada nesta freguesia o Reverendo Pároco é
obrigado a baptizá-la sem ofertas, só se algum dos padrinhos quiser dá-las
voluntariamente.
Achei também por costume receberem-se
os moradores na igreja desta freguesia; e dar cada um ao Reverendo Pároco uma
galinha viva quando se recebem, e não se recebendo na igreja desta sempre a
pessoa que faz publicar nela os banhos paga uma galinha.
COSTUMES DOS DEFUNTOS:
Achei também por costume pela morte
de qualquer freguês fazerem-lhe seus herdeiros com a brevidade que podem, e
deve ser sufrágios possíveis na igreja desta freguesia; na forma seguinte:
-Falecendo qualquer lavrador, ou sua
mulher, ainda que já tenham dado o casal, e só reserva nele, são obrigados seus
herdeiros a fazerem por cada um acompanhamento de dez padres com o Reverendo
Pároco, sendo de tarde o enterro, dá-se
pelo acompanhamento cem reis a cada um, excepto ao Reverendo Pároco, e sendo de
manhã cinquenta reis, e pelo ofício e missa do primeiro, segundo e terceiro ofício
cada um de dez padres, se dá a cada padre duzentos reis, e também os herdeiros
são obrigados a darem aos padres que assistem no segundo, e terceiro ofício, tão somente um beberete,
que consta de vinho, pão branco, dois ovos ou queijo, ou pão de ló, conforme o
seu primor, e quando não quer ter o herdeiro esta despesa, por esse modo se
ajuste com o Reverendo Pároco e este com os padres em se dar a cada um em
dinheiro pouco mais ou menos o que lhe poderia caber do dito beberete, e até
aqui se tem dado a cada um padre quando se comuta a dinheiro o tal beberete. Quarenta
reis no segundo ofício e mesmo no terceiro; (…/…)”
Pronto! E mais não descrevo nem
divulgo porque é longa a narrativa onde constam estas “leis” de sacristia, - “Leis” apegadas a galinhas, carneiros,
cabritos, reis, cruzados, vinténs, tostões e de tudo que a custo conseguiam os “aldeões”
- Assim determinava o documento do Abade Frei Luís de Oliveira
Alvim de 1729/1746. Do livro intitulado
Letra C que serve esta freguesia de São Miguel de Barreiros de fazer os
assentos dos baptizados, casados e defuntos que começa a servir em este
presente ano de 1736”
In: Achegas de Monografia da Vila da
Maia de Manuel Joaquim da Costa Maia.
Por José Faria
ANIVERSÁRIO DA FREGUESIA DE PEDROUÇOS - MAIA
CURTA RETROSPETIVA SOBRE A REGIÃO DE PEDROUÇOS
Pedrouços foi lugar da freguesia e Vila de Águas Santas até 9 de julho de 1985, altura em que passou a ser uma nova região administrativa do concelho da Maia. – Há 39 anos!
INTRODUÇÃO HISTÓRICA
Em termos históricos e comerciais, Pedrouços foi lugar
de intenso trabalho agrícola, e terá sido chamado de “cidade de Petrauços ou
Pedrouos”, devido à sua grande importância detendo 19 casais, logo a seguir ao
lugar de Ardegães que detinha 21.
Pedrouços limita-se a norte com a freguesia de Águas
Santas, Maia; a nascente com Rio Tinto, Gondomar; a poente com a de São Mamede
de Infesta, do concelho de Matosinhos, a sul com Paranhos do concelho do Porto,
e fica aproximadamente a 9 km do centro do concelho
Pedrouços tem como seu orago Nossa Senhora da Natividade, criado a 8 de setembro 1928, dois anos depois de grandes obras de restauro e de ampliação da igreja, obras iniciadas no mês de setembro, 1926, precisamente no mês em que se deu um violento incêndio que destruiu por completo o Campo de Tourada da Areosa, nos terrenos laterais à rua D. Afonso Henriques, próximo do mercado feira de Pedrouços, onde é hoje o Supermercado Continente.
E foi dois anos depois que, em setembro de 1928, este
lugar foi elevado a Freguesia Eclesiástica, pelo primeiro círculo do Porto.
A abóbada da igreja, de estuque, maravilhosamente rica em afrescos religiosos, pinturas de santos e anjos que decoravam o teto da igreja, devido à infiltração da chuva, foram-se degradando, apodrecendo toda essa riqueza histórica e artística de gessos e estafes estruturais, pelo que novas obras de recuperação se retomaram para a remoção e substituição do teto.
Todos os anos, a festa religiosa e profana, de romaria
e grande procissão em honra da padroeira, durante muitos anos de 17 andores,
presentemente já ultrapassam os 20.
Esta manifestação religiosa, acontece na primeira
semana de setembro, festividade que procura “abraçar” sempre o dia 8, dia da
sua elevação a freguesia eclesiástica e criação do Orago, como o dia mais
importante das celebrações festivas.
Consta que no passado distante, muito antes da criação
do orago, de Nossa Senhora da Natividade, em setembro de 1928, no planalto onde
atualmente se encontra a igreja paroquial, existiu uma ermida dedicada a São
Pedro, como refere o padre Joaquim Antunes de Azevedo, no livro em “Actas ao
Congresso – Maia, História Regional e Local, pág. 40, numa narrativa do
historiador maiado, Dr. José Marques, e que a data na padieira da porta principal da
igreja, corresponderá à data da construção dessa capelinha que então existia na
ermida.
Uma grande escadaria de granito, a partir da rua
António Feliciano de Castilho, com dois lanços e de largura aproximadamente, de
quatro metros e murada lanço a lanço à direita, até ao adro da ermida, e depois
adro da igreja, levava-nos a ver e admirar dois coretos, de construção a
argamassa de areia e cimento, a imitar troncos de sobreiro.
Um à esquerda da entrada no adro pelo lado sul, e
outro à esquerda ao cimo dessa histórica escadaria, sombreados um e outro por
frondosas árvores de tília.
À muito desapareceu essa fragância natural que
envolvia do o adro da igreja.
Esta escadaria foi derrubada para dar lugar à
construção de aposentos de apoio às atividades sociais, culturais e religiosas
do santuário e à casa de habitação do pároco, os coretos também desapareceram
há muitos anos, e as árvores de tília foram a seguir.
Voltando à história e fragmentos das suas raízes, recordemos que o topónimo “Pedrouços” deriva do português antigo “pedrouço”, que tem o significado de monte de pedras.
O seu topónimo atesta a longinquidade deste tão
povoado lugar, com as distantes raízes da povoação de Pedrouços a confirmar até
pela existência de uma capela de propriedade privada, dedicada ao Senhor dos
Aflitos, que se enquadra na lenda de Pedrouços, contada por Avelimo Moura Lopes,
história transcrita e muito divulgada, até em poesia, pelo pedroucense José
Faria, no extinto “Jornal da Maia”, nos seus livros “Contos e Versos do Meu
Caminho” em “Lendas da Maia por freguesias”, e nas redes sociais.
No interior dessa velhinha capela, uma cruz de pedra
com o desenho de Cristo e uma cobra que o envolve, recorda essa lenda.
A capela, possivelmente construída por volta de 1440, encostada no sopé do monte onde no seu planalto era a ermida dedicada a S. Pedro, e hoje a igreja de Nossa Senhora da Natividade; situa-se na rua António Feliciano de Castilho, virada para a rua Luís de Camões, a rua mais medieval da freguesia de Pedrouços, onde são bem visíveis caraterísticas de um tempo medieval, e até romano, pelas grandes lajes de granito polidas pelo uso constante, durante séculos! de passagem pessoas, animais e carros de bois.
Hoje, o calcetamento a paralelo esconde esse tempo
medieval, por onde, à direita da calçada de grandes pedras, (escondidas),
encostada às paredes do casario de lavoura, corria uma boa linha de água, vinda
da “aldeia de cima”, que saía por debaixo da rua António Feliciano de Castilho,
em direção à vasta planície de cultivo de milho e centeio, da “aldeia de baixo”,
planície cortada a meio pelo ribeiro, que do alto da Areosa e depois de
atravessar a estrada da Circunvalação, corre de sul para norte ao encontro do
rio Leça no lugar de Parada, atravessando o lugar de Teibas e de Boi Morto.
Possivelmente, perderam-se do tempo e da memória, outras manifestações religiosas desta terra de Pedrouços, como a de “levar a Cruz ao Calvário”, pois a existência de cruzeiros a partir da capelinha privada, ligada à lenda, que se encontram ainda na rua Luís de Camões, e no largo Conde de Ferreira, e de outros que desapareceram, marcavam o percurso da Via Sacra até ao cimo da rua do Calvário, onde existiu precisamente um “Calvário” com três cruzeiros.
Tudo isto nos leva a concluir que ainda no tempo da
ermida a S. Pedro, terá havido a procissão religiosa, veneração de fé, de levar
o Senhor dos Aflitos, ou Senhor da Cruz, ao Calvário, desde a capela até ao
cimo da rua do Calvário, hoje com o nome de Trv. Plácido d’Abreu. (Mudança de
nome que apaga a raiz da história!?)
Mas outras referências toponímias, em Pedrouços, nos
recorda o seu tempo medieval e até vestígios romanizados, e da passagem de
outros povos, como é o caso da palavra “Cotamas” ou “Kutama”da “Quinta das
Cotamas”, que deriva do árabe (kutama), nome de tribo que passou a antropónimo,
sendo ainda usado no século X entre os moçárabes, são indicativos como
ocupantes mais antigos desta terra.
Também a Casa do Alto, cheia de história e “raízes
escondidas”, terá sido designada de “Mansão da Colina da Quinta das Kutamas”
A origem deste lugar de Pedrouços que passou a freguesia em 1985, há muito se perdeu da memória por falta de registos e provas físicas e documentais, dos primeiros habitantes tão próximos do rio Leça, do rio Douro e do mar de Matosinhos. Ao longo do tempo se foram perdendo esses vestígios, onde terão existido edificações castrejas e pré-romanas, dos princípios do século I a.C.
Uma região, tão próxima da via romana que passava em
Paranhos, Quinta de Lamas, vindo de calem, da margem esquerda do rio Douro,
Vila Nova de Gaia, em direção a Bracaraugusta, terá sido passagem de romanos,
suevos, visigodos e árabes.
O livro sobre a “ROMANIZAÇÃO DAS TERRAS DA MAIA”, de
Carlos Alberto Ferreira de Almeida, de 1969, mostram-nos isso mesmo.
INAUGURAÇÃO DA ESTÁTUA DO LIDADOR
Fragmentos da
história das esculturas da Maia
A estátua do
Lidador da Maia foi inaugurada há 40 anos.
“Faz hoje 40 anos que
foi inaugurada a estátua a Gonçalo Mendes da Maia, junto da Câmara Municipal da
Maia, na praça prof. Dr. José Vieira de Carvalho.
Obra da autoria do
escultor Lima de Carvalho, foi inaugurada no dia 9 de Julho do ano 1984, como
homenagem ao cavaleiro Gonçalo Mendes da Maia, um dos gloriosos militares que
combateram ao lado de D. Afonso Henriques pela independência e alargamento
territorial de Portugal.
Herói da Fundação da
Nacionalidade, que o primeiro Rei de Portugal, nomeou seu Adeantado ( chefe das
tropas).
O cognome de “O Lidador” deve-se às diversas vitórias alcançadas em batalhas contra os mouros.”
Conhecido como
«o Lidador», Gonçalo Mendes da Maia, era Irmão de Gonçalo o Lidador e de
Soeiro, era filho de Mendo Soares e de Leodegunda Soares, a "Tainha",
da casa dos Baiões.
Nascido por
volta de 1079 foi uma verdadeira lenda viva de dedicação à pátria. A sua imagem
e a sua memória transmitem um enorme incentivo à luta pelas causas justas de
todas as gerações.
A sua bravura
e carácter forjaram grande afinidade espiritual com D. Afonso Henriques.
Juntos, lutaram para formar um reino independente, como o moço infante teria
aprendido de seu Pai, o Conde D. Henrique. Primeiro contra sua mãe D. Teresa,
próxima dos castelhanos, depois contra hegemonias religiosas, depois ainda
contra os infiéis, ao sul do País. Terá sido a vontade férrea de Gonçalo e suas
inúmeras e épicas conquistas no campo de batalha que acabaram por lhe granjear
o cognome de «O Lidador».
Tempos depois,
quando o primeiro Rei já estendia a sua missão de conquista às planícies
alentejanas, e os portugueses se internavam pelos confins da “província de
Alcácer”, Gonçalo Mendes da Maia, verdadeiro «adiantado» de Afonso Henriques,
empunhava pela última vez a sua espada e fazia a sua última investida contra o
inimigo, teria 95 anos de idade.
Uma narração
do Nobiliário do conde D. Pedro, apesar de cheia de temerosas dificuldades e de
não poucos absurdos, fê-lo passar à imortalidade como protagonista de uma
célebre acção guerreira junto a Beja, contra o rei Almoleimar. Era «a morte do
Lidador», fixada para a posteridade, entre outros, por Herculano.
Fonte: - https://www.cm-maia.pt/.../ilustre.../goncalo-mendes-da-maia
quinta-feira, 4 de julho de 2024
ESCULTURA DA RENDILHEIRA DE VILA DO CONDE
A RENDILHEIRA DE
JANEIRAS NA IGREJA 2026
ENCONTRO DE JANEIRAS IGREJA MATRIZ DE PEDROUÇOS O último dia do mês de janeiro de 2026, animou a igreja de Nossa Senhora da Natividade de ...
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LENDAS DAS 17 FREGUESIAS DA MAIA ANTES DA UNIÃO Águas Santas – 3 Lendas, - Fonte de Aqui Sanctys - a da Guadalupe e a Vozes da Cova...
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