quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

NATAL DE AREIA


Já são dois mil e dezasseis os nascimentos do menino Jesus. E, embora e sempre de nascimento recordado em areia, com arte a valer, não desiste de nascer.

É assim o Natal. O "menino nasce, festeja-se o seu nascimento, muita alegria entre a fome e a grandeza;... Come-se e bebe-se como tolos, enquanto outros se sustentam de mig alhas, sobras, restos ou nada. 
Depois, vem o vento de Janeiro e todo este "amor" festivo cultural e tradicional, perde-se. Vai no tempo, para só aparecer e se repetir em Dezembro, e logo se perde o convívio familiar e as alegrias, quando deveriam ser de todos os dias.
São Festas Tradicionais, religiosas... tradições, usos e costumes de entretenimento, que dá riqueza às religiões, lhes dá aumento e sustento. 
É a hipocrisia entretenimental que só uma vez por ano nos fala de salvação em festa de Natal.

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