ATÉ OS CABOS DE ORDEM ENFIARAM O BARRETE!
e vinte anos, desde que o Administrador do Concelho da Maia, António Cecioso de Moreira de Sá e Melo, conhecido popularmente por “Melinho”, se deu ao cuidado de proceder a uma restruturação no município.
ATÉ OS CABOS DE ORDEM ENFIARAM O BARRETE!
- Beija-mão foi representação pública que hoje, politicamente
se faz às escondidas.
BEIJA-MÃO DO LACAÍSMO DO PASSADO:
“O beija-mão é uma
tradição de reverência a personalidades eminentes, praticada em várias culturas
desde tempos remotos.
Na cultura lusófona suas origens são
medievais, sendo um costume da monarquia
portuguesa em Portugal depois
herdado pela corte imperial brasileira. O beija-mão era
uma cerimônia pública em que o monarca se colocava em contato direto com
o vassalo,
o qual, depois da devida reverência, podia aproveitar a ocasião para solicitar
alguma mercê. A cerimônia tinha grande significado simbólico,
lembrando o papel paternal e protetor do rei, invocava o respeito pela monarquia e
a submissão dos súditos. Era grande o fascínio que exercia sobre o povo. No
tempo de Dom João VI havia um protocolo preciso a
ser seguido: a pessoa se aproximava, ajoelhava diante do rei, e beijava-lhe a
mão estendida. Então levantava-se, fazia outra genuflexão e se retirava pelo
lado direito.
Registro da
cerimônia do beija-mão na corte carioca de D. João VI, um costume típico da
monarquia portuguesa.
Dom João VI recebia seus súditos
todas as noites, salvo domingos e feriados. Era sempre acompanhada com música e
às vezes a cerimônia se estendia por longas horas, dada a grande afluência de
pessoas. Chegava a receber 150 pessoas por dia. (É caso para dizer
que ficaria sempre com as costas da mão cheia de cedo bucal e bactérias de
centenas de bocas porcas.)
José António de Sá elogiou
as audiências afirmando que Dom João "exercita o amor, e a confiança para
o Soberano, e contém os ministros". Outra lembrança foi deixada por Henry L’Evêque: "o
Príncipe, acompanhado por um Secretário de Estado, um Camareiro e alguns
oficiais de sua Casa, recebe todos os requerimentos que lhe são apresentados;
escuta com atenção todas as queixas, todos os pedidos dos requerentes; consola
uns, anima outros....
A vulgaridade das maneiras, a
familiaridade da linguagem, a insistência de alguns, a prolixidade de outros,
nada o enfada. Parece esquecer-se de que é senhor deles para se lembrar apenas
de que é o seu pai".
Oliveira Lima registrou
que Dom João VI tinha um deleite especial na cerimônia, onde se misturavam
livremente nobres e plebeus, e, "dotado da prodigiosa memória dos
Braganças, nunca confundia as fisionomias nem as súplicas, e maravilhava os
requerentes com o conhecimento que denotava das suas vidas, das suas famílias,
até de pequenos incidentes ocorridos em tempos passados e que eles mal podiam
acreditar terem subido à ciência d'el-rei".
Fonte: - https://pt.wikipedia.org/wiki/Beija-m%C3%A3oN
O caminho de São Mamede de Ribatua, em Alijó, que inclui a grande extensão de passadiços, que permitem a grande subida e descida montanhosa, têm aproximadamente quatro quilómetros. O número exato pode variar, dependendo do contágio (para cima ou para baixo).
O percurso representa um grande desafio físico considerável, com uma longa
escadaria que liga o vale ao mirante.
A inauguração desta grande e maravilhosa obra turística, desportiva e paisagística, dos Passadiços de São Mamede de Ribatua, verificou-se a 29 de março de 2026, com a presença do Senhor Secretário de Estado do Ambiente, Dr. João Manuel Esteves e do Senhor Presidente da Câmara de Alijó, Eng. José Rodrigues Paredes.
Todos os caminhantes que a este saudável esforço físico se predisponham, contemplam paisagens deslumbrantes, só possíveis a partir das várias elevações serra acima, na constante companhia de sonora beleza musical e fresca, da ribeira de São Mamede de Ribatua, que como grande escultor natural no granito, vai criando pequenos lagos, fundões covas e “calões”, esculpidos ao longo de séculos pela água, fazendo juz ao ditado dos povos desde tempos ancestrais. “Água mole em pedra dura, tanto bate ate que fura!”
CHORAM OS LIVROS ESQUECIDOS Andam esquecidos os livros em prateiras cansadas do seu peso e da sua presença. De almas intactas, vidas calad...