VIGÉSSIMO MAGISTRAL CAPÍTULO
DA CONFRARIAGASTRONÓMICA DO MAR –
MATOSINHOS
Para uma confraria dedicada na divulgação da gastronomia dos produtos alimentícios do mar, de Matosinhos, vinte cinco anos, é um quarto de século de entrega e dedicação ao bem-estar da economia de aquém e de além-mar, pela alimentação saudável deste concelho maravilhoso banhado a norte pelo atlântico, que contempla graciosamente a degustação da riqueza de todos os frutos do mar de Matosinhos, de todos os seres vivos complementares da humanidade.
Toda essa riqueza que
a Confraria Gastronómica do Mar anda há 25 anos a divulgar, respeitar,
preservar e promover, inclui toda a espécie de pescado saudável, de peixes e de
mariscos de muitas espécies, desde moluscos, como bivalves, ameijoas, ostras,
mexilhões… assim como cefalópodes; polvos, lulas, crustáceos; lagostins,
camarões, caranguejos, lagostas, ouriços-do-mar…
Também as plantas
marinhas, como as microalgas ou algas comestíveis, consumidas em todo o mundo,
não fogem à grande variedade divulgada e promovida por esta confraria, amante
do mar de Matosinhos e de toda a vida que o mar contém e produz.
O seu Magistral Capítulo
de 25 anos, integrado no programa das festas do Bom Jesus de Matosinhos, reuniu
em franco convívio muitas confrarias amigas e solidárias entregues a propósitos
de gastronomia histórica e tradicional, do passado e do presente, sempre se
inovando, de acordo com as sua localização regional de aquém e de além-fronteiras.
O evento confrádico do
XXV Magistral Capítulo da Confraria Gastronómica do Mar, teve o seu início na
cerimónia religiosa na Igreja Matriz do Bom Jesus de Matosinhos.
Terminada a cerimónia religiosa e após foto coletiva de todas as confrarias amigas presentes na frontaria da Igreja, deu-se início ao desfile até à Câmara Municipal de Matosinhos, onde todos foram recebidos, com Porto de Honra, no seu excelente salão nobre Municipal.
Foi o momento alto e
mais solene do XXV Capítulo da Confraria do Mar, coordenado e orientado pelo “mestre”
destas cerimónias, confrade Eng. Fernando M. Silva, seguido do Mestre Timoneiro
José Manuel Ramos de Carvalho e demais elementos da Confraria.
Esta cerimónia e evento de importante valor social, cultural e gastronómico, debruçada sobre a vida e respeito pelo mar de Matosinhos, teve a presença da Sra. Presidente da Câmara Municipal, Dra. Luiza Salgueiro e da Sra. Vereadora Marta Fontes, que na sua intervenção enalteceu a dedicação e trabalho sociocultural e gastronómico desta Confraria do Mar.
Explanou na sua intervenção toda a riqueza do seu concelho e do seu povo matosinhense, realçando as lutas diárias dos seus pescadores, peixeiras, e de todo o comércio, indústria e restauração, na captura, recolha, transporte e consumo gastronómico, realçando toda esta entrega, dedicação comercial e industrial, como o seu grande marco de maior riqueza do concelho de Matosinhos.
O evento festivo e aniversariante
do XXV Magistral Capítulo da Confraria Gastronómica do Mar, foi ricamente
abrilhantado com um grande almoço realizado na CASA DE SAN-THIAGO, em Custóias.
Um belo espaço rural, verdejante e oxigenado, onde as entradas de receção a todas as confrarias e amizades participantes, confraternizaram, superou as espectativas, antes de se dar início ao grande convívio à mesa confrádica.
Seguidamente, depois dos parabéns ao XXV Capítulo da Confraria, e degustação do grande bolo de aniversário regado com fresco e especial champanhe, veio a tradicional troca deslembranças entre as confrarias e convidados de honra, sociais, culturais e artísticos, como sempre é da praxe das confrarias amigas e solidárias no mesmo diapasão gastronómico, no decorrer dos seus festivos capítulos.
O evento teve a
abrilhantar no decorrer do grande almoço deste Capítulo,
a animação cultural
pelo Grupo Gospel – Canto em Harmonios Gospel Choir, a que se seguiu o cafezinho,
o “drink” ou “chiribirí”, e cumprimentos
confrádicos de “até ao próximo capítulo, social, cultural, gastronómico e de
amizade.
- Nota do autor: A
recolha de imagens, apesar de estar ao cuidado e à vontade de cada
participante, deveria ter em todos estes eventos, um só voluntário captador de
imagem por confraria, de forma a eliminar a exploração fotográfica comercial,
que sempre se infiltra nestas cerimónias, e quase impedem a captação de imagens
por parte dos presentes, colocando-se o fotógrafo do “negócio” sempre à frente,
para impedir que outros fotografem momentos importantes, para depois venderem
as fotos a 5. Cada. Uma exploração que continua “irresponsavelmente” a ser
permitida por quase todas as confrarias, sem qualquer necessidade, já que
qualquer amigo/a confrádico/a podem, voluntariamente registar estes momentos e publicar
estas imagens nas redes sociais, onde todos podem as ir “sacar” (guardar imagem
como), ou solicitar o seu envio, ao contrário de alimentar oportunismos e
exploração sem sentido. Pois destes comerciais fotógrafos, por muito que seja
fotografado, ou compra a foto a cinco euros cada uma, em suporte de papel, ou
nunca mais a verá, pois eles não as publicam!
José Faria - 23/05/2026
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